Trem do Chocolate (Suíça) – Como é o bate-volta a partir de Montreux

Queijo, chocolate e trem. Não há combinação mais suíça! O Trem do Chocolate é um passeio de dia inteiro que parte da estação principal de Montreux, na Suíça francesa, e corta o cantão de Fribourg, ao norte da cidade.

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Ruas cinematográfica da cidade murada de Gruyères.

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Começo da jornada, logo depois de partir da estação de Montreux.

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1) O Trem

Embarcar nestes carros centenários, com decoração original de 1915, já é uma sensação diferente. Os assentos são literalmente, poltronas pregadas no piso; a iluminação é feita por lustres gigantescos e as janelas se abrem pra que você possa experimentar as paisagens além da visão. O som da ferrovia e o cheiro de ar fresco do outono invade a cabine, enquanto florestas de pinheiros e vacas com sino no pescoço passam a nossa frente.

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Primeira classe: os vagões do trem tem decoração original de 1915.

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2) Primeira Parada: Gruyères

A primeira parada do trem é em Gruyère, cidade onde foi inventado e batizado o queijo de mesmo nome. Na entrada da cidade, o dia começa com uma visita a uma fábrica de queijos, onde também há uma mostra de como ele foi criado e transportado, até se tornar conhecido mundialmente e, até hoje, considerado um dos melhores queijos já criados. Claro que depois vem a parte mais interessante: a degustação, que inclui o queijo envelhecido em 6, 8 e 10 meses. Quanto mais maturado, mais salgado ele fica. Oficialmente o queijo só fo batizado de Gruyère por volta de 1600, mas dizem que a receita pode ter mais de mil anos!

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Depois de conhecer a fábrica, tem que passar no ludjínea.

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Degustação: aí sim, a parte que interessa!

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Os Alpes Suíços decoram a paisagem da lindíssima Gruyères, primeira parada do trem.

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Visão de um dos mirantes do Castelo de Gruyères.

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Corta! Tempo nas gravações pra encher o tanque!

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Sidão destruindo os corações das guias.

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Jardins do Castelo de Gruyères.

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Logo depois fa visita, um ônibus faz o traslado entre a fábrica e a cidade velhade Gruyères. E olha só, a pronúncia é a mesma: Grruiérr. No entanto, o nome da cidade se escreve com um s a mais no final: queijo Gruyère, fabricado em Gruyères. E é ali que você vai poder almoçar em um dos diversos restaurantes da única rua da compacta cidade fortifica, que tem meia dúzia de ruas. De um lado, elas terminam no Castelo de Gruyères, de odne se tem as mais belas vistas da região e dos jardins do castelo. Do outro, os Alpes completam a pasaigem de uma Suíça exatamente como se imagina antes de ir pra lá.

3) Bróc e Maison Callier

Novamente de ônibus, a viagem segue até a cidade de Bróc. Lá, se encontra a Maison Cailler, uma das fábricas de chocolate mais tradicionais da Suíça, fundada em 1898. Mas nessa época, a marca Cailler já tinha 86 anos. A Nestlé já adquiriu a fábrica e marca em 1929, mas manteve tudo praticamente igual, de tao querida que ela era. Ali mesmo, foi criado o centro de visitação, com mostras interativas e sensoriais e, é claro, experimentação. Aliás, olha só, a gente tava na esperança de ganhar um chocolatinho ou outro no fim do percurso, há uma sala ondes você pode experimentar TODAS as variedades e, se quiser, repetir.

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Muito, mas muito chocolate.

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E você pode experimentar quantos tipos e na quantidade que quiser!

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Maison Caller: a fábrica tem mais de mais de cem anos e, a marca, duzentos.

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O Trem do Chocolate não é uma linha regular, como a maioria dos percuros de trem da Suíça. Ela é estritamente turística e, por isso, não está inclusa no Swiss Travel Pass. No entanto, se você tiver o Swiss Travel Pass, o ticket sai de CHF 99,00 por CHF 59,00.

O 3em3 visitou a Suíça a convite do Switzerland Tourism Board e da Edelweiss.

Texto: Tiago Caramuru
Imagens: Tiago Caramuru / Sidney Michaluate
Edição: Tiago Caramuru / Anderson Spinelli

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Sobre o Autor
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Desde que descobriu que viajar é possível, viciou. Muita disciplina financeira, um pouco de sorte. Nada como uma viagem após a outra. Escreve o blog Esvaziando a Mochila desde 2009. Publicou, em 2014, o trabalho fotográfico Rumo às Primeiras Mil Viagens, compilação de 100 retratos e paisagens feitos pelo mundo, durante quatro anos.